A inveja é uma confissão de inferioridade. Uma das coisas
mais tristes da inveja é a sua pequenez: o estrito espaço dentro do qual ela se
move.
Ser invejoso é girar sempre na própria incapacidade.
O motivo deste
sentimento se confunde com o da admiração, sendo ambos dois aspectos de um
mesmo fenômeno: a admiração nasce no forte, e a inveja no fraco. Exemplos
bíblicos:
1- Os filisteus invejavam a prosperidade de Isaque que, em
pouco tempo, por fidelidade a Deus, tornou-se muito rico (Gn 26.14—15).
2- Em Tessalônica, os judeus desobedientes queriam matar
Paulo, o apóstolo e Silas, pois muitos creram na Palavra. Uma verdadeira
multidão de gregos religiosos "E não poucas mulheres distintas". O
versículo seguinte afirma que queriam matá-los (At 17.4-5.
A inveja provoca mais desgraças do que a miséria. Essa
doença terrível e maligna tomou conta dos sacerdotes e dos anciãos que, vendo o
sucesso de Jesus, abriram as suas "Matracas" para prejudicá-lo e
denegrir a sua imagem (Mt 27.17-18.
Assim como a ferrugem consome o ferro, a inveja faz com o
invejoso. O autor dos provérbios declara que: “O ânimo sereno é a vida do
corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Pv 14.30).
A inveja não está isenta de uma espécie de cobiça e, muitas
vezes essas duas paixões se confundem.
A amarga inveja é o vício que impele a pessoa a cuidar
somente dos seus próprios interesses. A inveja ou ambição egoísta na igreja é
um câncer.
Quando a inveja toma
conta de pessoas desavisadas e mal orientadas, como Arão e Miriã, irmãos de
Moisés, as suas línguas se soltam e, pela insatisfação, surgem as murmurações.
O verdadeiro cristão alegra-se com a alegria dos outros,
isto inclue o sucesso alcançado por outras pessoas. Seu irmão é abençoado? Então
glorifique a Deus, tendo a consciência de que você e ele fazem parte do corpo
de Cristo; tudo que aconteça com uma parte do corpo, por menor que seja, todo o
resto sente. Alguém alcança sucesso, todos glorificam a Deus (a igreja), pois fazem parte do mesmo corpo.
Obs.: Partes retiradas do Livro “Murmuradores”, de autoria de
Sinomar Fernandes. As partes em itálico são de autoria de Pr. Sued José da Rocha

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